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MPRN debate desafios da mulher e mãe em live

Evento foi transmitido nesta sexta-feira (19) pelo canal do Ministério Público do Rio Grande do Norte no YouTube
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Imagem de três mulheres compondo uma mesa em um plenário, com um telão atrás delas

Entre a mulher e mãe: considerações na atualidade. Esse foi o tema abordado durante live realizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), transmitida pelo YouTube da instituição na manhã desta sexta-feira (19).

Com a mediação da chefe do setor de imprensa, jornalista Fátima Elena Albuquerque, o assunto foi explorado pela procuradora-geral de Justiça (PGJ), Elaine Cardoso, pela psicóloga Rosemary Fernandes Mooneyha e pela promotora de Justiça Uliana Lemos de Paiva.  

“É uma oportunidade refletirmos sobre o exercício da maternidade. E esse evento surgiu com essa finalidade de troca de experiências, para que possamos lançar um olhar atento, acolhedor para todas as emoções e desafios que perpassam pela nossa vivência feminina e profissional”, falou a PGJ, Elaine Cardoso, reforçando que recentemente o MPRN instituiu uma Comissão de Fortalecimento à Mulher. “Nós já tínhamos um trabalho com essa finalidade pelo setor do Bem Estar. Mas, achamos importante ampliar esse espaço de pensamento, congregando integrantes para pensarmos melhor a questão de gênero”, acrescentou.

A promotora de Justiça Uliana Lemos compartilhou a sua vivência a partir da chegada dos filhos. “Eu ingressei no MPRN em 2004, depois me casei e tive meu primeiro filho em 2012 quando estava na Promotoria de Macau e fazendo mestrado na UFRN. Então foi um período bem difícil porque eu fiz de tudo para defender a dissertação”, contou.

Na fala, a representante ministerial ainda falou sobre as fantasias que ainda fazem sobre a maternidade “é um momento bonito, mas também traz muitas dificuldades e sentimento de culpa”.

Esse sentimento que muitas mulheres carregam, a psicóloga, Rosemarie Fernandes Mooneyha abordou pela perspectiva da psicanálise. “Há uma cobrança muito grande em cima das pessoas que têm uma criança. E começa já na gravidez, depois na hora do parto, com a amamentação. E aquela mulher é um sujeito também.”, disse, reforçando que o ser humano se constitui não só biologicamente, mas também psiquicamente.

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